MOVIMENTO DE ARTICULAÇÃO
 

Objetivo: Elaborar, em conjunto com as IES e via Fórum, o cenário de Santa Catarina no que se refere à formação de professores para os próximos anos.

Público: Pró-reitores de graduação, representantes das IES no Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente/SC - FEPAFD/SC e/ou servidores responsáveis pelas Licenciaturas.

Reuniões: A SED/DIPE/GEPRE reuniu-se com as IES públicas, comunitárias e privadas que ofertam cursos de formação de professores no Estado em: ACAFE 19/09/2017; AMPESC 03/10/2017; e PÚBLICAS 19/10/2017 e 26/10/2017.

Pauta:

  • Desafios e possibilidades da Formação de Professores da Educação Básica em Santa Catarina - contexto atual e projeção de ações para os próximos anos;
  • Atos legais: PNE, PEE/SC, Resolução CNE/CP 02/2015, Lei 13.415/2017, BNCC, Proposta Curricular/SC, etc;
  • Indicadores de Santa Catarina:

a) Educação Básica: Matrículas Ensino Médio: IDEB, Acesso e permanência e aspectos da reforma; Professores com formação compatível com a área de atuação (Ens. Fund./Anos finais e Ensino Médio); Implementação da BNCC.

b) Educação Superior (licenciatura): Ingresso, matrículas e concluintes 2011 -2016; Cursos EAD e presencial 2013 - 2015; Programas e ações desenvolvidos.

 
DESAFIOS
 
No âmbito de sua IES refletir sobre: 

1. Qual a perspectiva da oferta de licenciatura para os próximos anos – presencial e a distância?

2. Quais as metas para uma política de formação inicial de professores em relação à legislação vigente?

3. Quais metodologias de ensino para Educação Básica estão sendo (re)discutidas na formação inicial de professores tendo em vista o aprimoramento do processo de ensino-aprendizagem?

4. Como estão planejadas as adaptações curriculares dos cursos de licenciatura em relação à Resolução CNE/CP 2/2015, Lei 13415/2017 e BNCC?

5. Qual o panorama em relação à articulação das licenciaturas e os diferentes programas/atividades de iniciação à docência?

6. Socializar as considerações desses e de outros aspectos na reunião do Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente/SC - FEPAFD/SC, no dia 23 de novembro.

 
CONSIDERAÇÕES
 
Evasão nos Cursos de Licenciatura
 
Pontos de atenção:
  • Estudante é trabalhador;
  • Currículo (domínio conteúdo específico/similar ao bacharelado:novo estudante).
Ações possíveis:
  • Bolsa como incentivo à permanência, mantendo o estudante como estudante;
  • Adequação do currículo ao novo público de estudantes;
  • Identidade da licenciatura: significação da escola/formação de professores;
  • Ampliação/flexibilização do horário das aulas: diferentes momentos de estudo.

 

Currículo

Pontos de atenção:

  • Carga Horária;
  • Disciplinas compartimentadas (modelo de bacharelado);
  • Currículo X estudantes (descompasso);
  • Resistência dos docentes.
Ações possíveis:
  • Revisão dos PPCs;
  • Modelos mais integrados: bases conceituais comuns aos cursos de licenciatura e voltados à escola;
  • Identidade da licenciatura: conteúdos específicos, pedagógicos e de formação do professor (formar professor e não especialista);
  • Adequação ao novo público de estudantes.

 

Estágio e Licenciatura - Escolas

Pontos de atenção:

  • Necessidade de maior aproximação (entre ensino superior/educação básica; IES/IES; IES/redes de ensino; licenciatura/escolas).
  • Preocupação com o modelo;
Ações possíveis:
  • Estágio: maior aproximação com pesquisa e extensão; trabalho com projetos integradores (similar ao PIBID);
  • Escolas polo/referência com projetos amplos;
  • Estágio residência.
 
Formação Continuada

Pontos de atenção:

  • Pouco reflexo na sala de aula;
  • Periodicidade e finalidade;
  • Conteúdo (fidelidade conceitual e metodológica);
  • Maior articulação entre IES e SED.
Ações possíveis:
  • Oferta Sistêmica;
  • Aliar perfil do formador e perfil pretendido;
  • Conteúdo centrado na necessidade do professor.
 
Resolução CNE/CP 02/2015

Pontos de atenção:

  • Contratação de profissionais;
  • Estrutura curricular;
  • Carga horária;
  • Prática como componente curricular.
Ações possíveis:
  • Estrutura curricular: participação dos professores, especialistas, pró-reitorias;
  • Prática como componente curricular: nas disciplinas pedagógicas e de formação docente (não somente nas específicas); dispositivo estratégico para além do estágio.
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